Foi divulgado no ultimo dia 13/08 em um dos maiores e mais acessados BLOGs da cidade (A terra da liberdade) , um dos trabalhos de seminários em cultura palmarina, na orientação do Prof. Carlos de Senna em uma de suas aulas na Esc. Mun. Salomé da Rocha Barros.
20 de ago. de 2010
17 de ago. de 2010
Vestibular 2010 na Uneal.
Saiu o edital do vestibular 2010 da Universidade Estadual de Alagoas, que oferece vagas em todos os cursos dos 5 campus espalhados pelo estado. Mais informações acesse: http://www.uneal.edu.br/
Professores de inglês da rede pública poderão ter capacitação no exterior
Professores de língua inglesa da rede pública de ensino brasileira poderão ter capacitação intensiva nos Estados Unidos. A iniciativa é parte do novo programa de certificação lançado nesta quinta-feira, 12. O programa, uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Embaixada dos Estados Unidos e a comissão para intercâmbio educacional entre aquele país e o Brasil, Fulbright, tem inscrições até 27 de setembro.
Entre os objetivos do novo programa Certificação nos EUA de professores de língua inglesa estão a valorização dos profissionais que atuam na rede pública de educação, o fortalecimento da fluência oral e escrita em inglês dos docentes em início de carreira e o estímulo a parcerias, visando possíveis intercâmbios entre professores e alunos dos dois países.
Durante a cerimônia de lançamento e assinatura do termo que celebra a cooperação, o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, destacou a bem estabelecida parceria com os EUA. “Trata-se de mais um passo na cooperação muito eficiente que possuímos com os Estados Unidos. Desta vez, um primeiro passo nesse segmento bastante próprio que é o ensino de línguas”, observou.
A consultora para assuntos de educação da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Adele Ruppe, enfatizou as semelhanças entre os dois países. “O Brasil e os Estados Unidos têm muito em comum, ambos reconhecem a importância da educação para o desenvolvimento dos povos. Sendo o ensino de línguas a melhor maneira de conhecer outras culturas e aproximar nações”, afirmou.Palavras-chave: Educação básica, qualificação do professor, Capes
Fonte: Mec.gov.br
13 de ago. de 2010
FNDE destina R$ 122 milhões para 19 municípios de Alagoas
Os estados de Pernambuco e Alagoas vão receber ajuda financeira, no valor total de R$ 249 milhões, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para recuperar escolas públicas atingidas pelas enchentes de junho. As resoluções do FNDE nº 22 e nº 23, publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 6, garantem repasse emergencial de recursos às secretarias de educação dos dois estados, por meio do Programa Especial de Recuperação da Rede Física Escolar Pública.
Pernambuco vai receber recursos de R$ 127 milhões para reconstruir 29 escolas e reformar outras 326, em 37 municípios, de acordo com levantamento do governo estadual. Nelas estudam cerca de 38 mil alunos da educação básica.
Alagoas terá R$ 122 milhões, destinados a 19 municípios. A secretaria de educação aponta cinco escolas destruídas e outras 12 que exigem reformas. Entre as unidades de ensino municipais, 105 precisam de recursos para a recuperação. Elas atendem 42 mil alunos.
Os cálculos dos repasses levam em conta a quantidade de escolas municipais e estaduais em cada localidade sob situação de emergência ou em estado de calamidade pública, o número de matrículas nessas unidades, de acordo com o censo escolar, e os danos ocorridos. A transferência da verba pelo FNDE será automática, em parcela única. A aplicação cabe às secretarias de educação dos dois estados. Elas devem apresentar à Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação um plano em até 20 dias após a efetivação do crédito na conta. No caso de investimentos em infraestrutura — reforma ou reconstrução de escolas, aquisição de mobiliário e de equipamentos —, as secretarias devem apresentar cronograma ao FNDE.
O programa de recuperação das escolas foi criado por medida provisória, em junho último, para prestar assistência financeira à reconstrução, reforma, adequação e reequipamento de escolas das redes públicas municipais e estaduais afetadas por desastres naturais. A proposta é fazer as unidades de ensino voltarem a funcionar normalmente e, assim, assegurar o prosseguimento do ano letivo.
Fonte: Alagoas24horas
9 de ago. de 2010
Aprendendo na prática!
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Nesta utima sexta-feira(06/08), os alunos do "6A e F" da Escola Municipal Salomé da Rocha Barros, na orientação do Prof. Carlos de Senna, apresentaram "Seminários" na busca de obterem notas na disciplina Cultura Palmarina. Todos num só objetivo trabalharam durante um mês incansavelmente com o principal propósito de expôr seus conhecimentos adquiridos ao longo das aulas. Os resultados foram os melhores possíveis, variando conforme o desempenho e participação de cada grupo.
Temas abordados no Seminário:
1- Biografia do Poeta Jorge de Lima
2- História de União dos Palmares-AL
3- O Rio Mundaú
4-Biografia de Correia de Oliveira
5-As primeiras escolas de União dos Palmares.
"A todos(as) os meus queridos alunos desejo muito empenho e sucesso na vida."
Prof. Carlos de Senna
5 de ago. de 2010
Alunos de colégios particulares são mais obesos que os de escolas públicas.
A obesidade, além de estar crescendo entre os adolescentes, é maior entre os alunos dos colégios particulares do que entre os estudantes de escolas públicas. Esse é o resultado de uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) que entrevistou mais de 8.000 adolescentes. O maior acesso às facilidades da vida moderna é uma das razões que explicam essa diferença entre os dois grupos.
O estudo avaliou o IMC (índice de massa corporal) de 8.020 adolescentes entre dez e 15 anos de idade de 43 escolas – públicas e privadas – da capital paulista. No total, 25,56% dos adolescentes estão com sobrepeso ou obesidade. Mas, enquanto nas escolas públicas esse índice é de 23,13%, nas particulares 33,2% dos jovens estão acima do peso.
Segundo Maria Aparecida Zanetti Passos, autora do estudo e coordenadora do Ambulatório de Obesidade da Unifesp, a vida moderna contribui com o sedentarismo e facilita o aumento da obesidade.
- O aluno vai para a escola com dinheiro e as lanchonetes disponibilizam uma quantidade enorme de frituras, refrigerantes e outros alimentos calóricos. O adolescente está sempre com um refrigerante ou um salgadinho na mão.
Maria Aparecida afirma que ficou surpresa com o resultado nos colégios particulares. Pelo fato de esses alunos terem melhores condições financeiras, imaginava-se que eles poderiam fazer a opção por alimentos mais saudáveis, o que não se mostrou verdadeiro na comparação com os alunos da rede pública.
- Nas escolas do Estado também há obesidade, porém na particular há um número bem maior. Isso pode ser a condição financeira, porque eles querem alimentos práticos e fazem opção por lanches calóricos. [Além disso], têm mais acesso a computadores e videogames, o que os tornam mais sedentários.
Para a pesquisadora, é preocupante o fato de a obesidade afetar mais cedo a população, atingindo um número cada vez maior de adolescentes e crianças.
- Por causa desse estilo de vida, esses adolescentes já enfrentam problemas como hipertensão e diabetes.
Meninos estão mais obesos que meninas
O levantamento mostrou também que os meninos enfrentam mais problemas com o peso que as meninas. Entre eles, 27,8% estão obesos ou com sobrepeso, enquanto o índice delas está em 23,69%.
No universo das escolas particulares, 21% dos meninos apresentam sobrepeso e 18% já estão em nível de obesidade. Esses índices caem quando é analisado o grupo das escolas públicas, onde 14% dos meninos estão com sobrepeso e 10% com obesidade
No caso das meninas, 20% das que estudam em particulares têm sobrepeso e 8% são obesas. Nas escolas públicas, 15% estão com sobrepeso e 8% sofrem de obesidade.
Fonte: R7.com
1 de ago. de 2010
Cai em 80% número de bolsas de doutorado integral no exterior
Fazer doutorado em uma grande universidade estrangeira com bolsa de uma instituição brasileira é um sonho cada vez distante para os estudantes do país.
Segundo dados apresentados na conferência da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), em Natal, entre 1992 e 2007 o número de bolsas do CNPq no exterior caiu de quase 2.800 para cerca de 500 --um tombo de mais de 80%.
Já o doutorado-sanduíche, em que o aluno fica parte do curso fora do Brasil, teve um ligeiro crescimento no período. Hoje há cerca de 5.000 alunos na modalidade.
Desde 2007, as bolsas integrais recebem menos dinheiro do CNPq do que as chamadas bolsas-sanduíche.
"Foi um decréscimo exagerado. Os programas de bolsas no exterior ficaram suprimidos, é preciso corrigir isso", diz Carlos Aragão, presidente do CNPq.
"Conforme vão aparecendo novos programas de pós-graduação no Brasil, os estudantes que antes sairiam ficam por aqui. Mas o país tornou isso uma regra", afirma
Fonte: folha.uol.com.br
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