2 de mai. de 2011

Resultado da enquete postada em Abril/2011

Nosso BLOG durante o mês de abril publicou uma enquete que levava os amigos internautas a responder a seguinte pergunta: "‎Você é a favor ou contra a greve de professores no Brasil?" Alcançamos um resultado inteligente que nos levou a refletir  muito neste aspecto, onde o mesmo nos fez perceber uma certa coerência e realista opinião dos nossos internautas em face a dura realidade de condições de trabalho enfentada a décadas por nossos professores brasileiros. O salário e as condições de trabalho para professores hoje no Brasil ainda deixa muito a desejar, e o pior, não dar a nenhum educador brasileiro as dignas condições de vida que todos merecem e tem direito, principalmente quando se trabalha honestamente objetivando a formação de cidadãos pensantes e atuantes no e com o meio social.Daí entende-se e compreende-se o peso tamanho que ha no desempenho desta profissão,o que seria e é justificativa de sobra para valorizar e investir sem medida de esforços na carreira destes ilustríssimos profissionais. Contudo o Blog Democratizando o Saber, vem em público agradecer a você que durante o mês de abril contribuiu com seu voto sério e honesto, que só fortaleceu o nosso trabalho. Obrigado a todos.


 
Resultado da enquete:

 
Sou a favor     15 votos

Sou contra      03 votos




1 de mai. de 2011

O dia do trabalho...Comemorar ou Protestar?

Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.
Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.
Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

Fonte: brasilescola.com



28 de abr. de 2011

ROCHA...83 anos de responsabilidade e compromisso social

JMarcelo fotos
       "Escola Estadual Rocha Cavalcanti comemora seus 83 anos de existencia."

Hoje dia 28 de Abril a comunidade palmarina aplaude de pé e parabeniza a Escola Estadual Rocha Cavalcanti pelos seus 83 anos de trabalho e compromisso com a educação e a formação de cidadãos críticos e atuantes na sociedade, fundada em 28 de Abril de 1928.
E com muito regozijo e orgulho o Blog Democratizando o Saber na pessoa do ex- aluno Prof. Carlos Senna e a educadora e ex-professora desta digníssima instituição de ensino Maria Salomé Ferreira de França  vem em público desejar a todo(as) os funcionários, professores e especialmente os alunos um FELIZ ANIVERSÁRIO, e que continuem com essa força e garra mostrando para todos que educação pública ainda funciona e que é feita com amor, ética e compromisso, coisa que essa equipe sabe realizar com garantia de qualidade.

Confiram abaixo a emocionante carta escrita pela professora Maria Salomé.

“Meus colegas do Rocha Cavalcanti, na condição de ex- professora desta digníssima instituição de ensino, aqui estou utilizando-me deste importante veículo comunicativo educacional de nossa cidade o Blog Democratizando o Saber, venho com muita honra representar meus amigos professores, funcionários e especialmente os alunos que são atores principais desta novela da vida real.
Hoje com o coração cheio de alegria comemoramos o Octogésimo terceiro aniversário desta escola que já ganhou em primeiro lugar em matéria de “tradição e cultura”.Trago um caloroso parabéns pela grande data que hoje esta sendo festejada, e aliamos nossa alegria ao contentamento de todos vocês, sinto que na proporção que o tempo vai passando esta equipe vai firmando-se no conceito de coletividade e carinho dos palmarinos, não pela imponência de suas linhas, mas no sentido de todo trabalho desenvolvido e prestado através de mais de oito décadas, trabalho este que transformou-se em benefício das centenas de alunos(destaco aqui o professor Carlos Senna) que foi aluno nosso desde a sua infância nas séries iniciais até o Curso médio  Normal, quando tornou-se mais um educador em nossa cidade, hoje aos 27 anos, é professor concursado pela rede municipal e graduado em geografia pela UNEAL.
Prof. Salomé
Logo mediante todo esse sucesso e conquista, não
podíamos jamais deixar de prestar essa humilde homenagem a minha amada Escola Rocha Cavalcanti. Desejo de todo o meu coração que a forma dinâmica e participativa que esta escola tem em educar e formar professores e muito mais que isso, verdadeiros cidadãos, venha ser através do dia-a-dia e das atividades desenvolvidas a cada ano mais e mais reconhecida e aprovada por todos.”

                       Maria Salomé Ferreira de França
                             Professora e Pesquisadora



26 de abr. de 2011

Parlamento Jovem...Integre-se nesta luta!

O Fórum de Combate à Corrupção de Alagoas (FOCCO-AL), composto de 31 entidades públicas e privadas, convida você para o PARLAMENTO JOVEM. Este projeto será implantado pelo FOCCO-AL em todos os municípios alagoanos. O objetivo do projeto é capacitar os jovens, desenvolvendo uma consciência crítica sobre a participação popular no acompanhamento das políticas públicas municipais, principalmente nas áreas de educação, merenda escolar, saúde, assistência social, criança e adolescente, dentre outras.
O Parlamento Jovem será composto por alunos da faixa etária de 16 a 22 anos, de escolas públicas e particulares. O número de parlamentares jovens será igual ao número de vereadores. A escolha dos alunos será feita em cada escola participante. Cada escola fará sua eleição; os mais votados de todas as escolas concorrerão para a escolha do Parlamento Jovem.
O Parlamento Jovem será treinado por autoridades e professores capacitados. Os palestrantes, todos voluntários, são Professores Universitários, Advogados, Delegados da PF, Promotores Públicos, Procuradores da República, Juízes, Advogados da União, Auditores da Receita, da Sefaz, do TCU, Procuradores de Estado e do Trabalho, dentre outros. O Parlamento Jovem entenderá as principais funções de um vereador: criar leis e fiscalizar a aplicação do dinheiro público.
 
PARTICIPE. Seja diferente. Faça sua própria história. Sua família e a sociedade vão se orgulhar de você. Mostre a força positiva do J O V E M. Procure o Grêmio ou a Direção/Coordenação da sua escola. A participação de sua escola depende de você.

24 de abr. de 2011

Pesquisa sobre população com diploma universitário deixa o Brasil em último lugar entre os emergentes

Para concorrer em pé de igualdade com as potenciais mundiais, o Brasil terá que fazer um grande esforço para aumentar o percentual da população com formação acadêmica superior. Levantamento feito pelo especialista em análise de dados educacionais Ernesto Faria, a partir de relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), coloca o Brasil no último lugar em um grupo de 36 países ao avaliar o percentual de graduados na população de 25 a 64 anos.
Os números se referem a 2008 e indicam que apenas 11% dos brasileiros nessa faixa etária têm diploma universitário. Entre os países da OCDE, a média (28%) é mais do que o dobro da brasileira. O Chile, por exemplo, tem 24%, e a Rússia, 54%. O secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, disse que já houve uma evolução dessa taxa desde 2008 e destacou que o número anual de formandos triplicou no país na ultima década.
“Como saímos de um patamar muito baixo, a nossa evolução, apesar de ser significativa, ainda está distante da meta que um país como o nosso precisa ter”, avalia. Para Costa, esse cenário é fruto de um gargalo que existe entre os ensinos médio e o superior. A inclusão dos jovens na escola cresceu, mas não foi acompanhada pelo aumento de vagas nas universidades, especialmente as públicas. “ Isso [acabar com o gargalo] se faz com ampliação de vagas e nós começamos a acabar com esse funil que existia”, afirmou ele.
Costa lembra que o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece como meta chegar a 33% da população de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior até 2020. Segundo ele, esse patamar está, atualmente, próximo de 17%. Para isso será preciso ampliar os atuais programas de acesso ao ensino superior, como o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que aumentou o número de vagas nessas instituições, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece aos alunos de baixa renda bolsas de estudo em instituições de ensino privadas e o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), que permite ao estudantes financiar as mensalidades do curso e só começar a quitar a dívida depois da formatura.
“O importante é que o ensino superior, hoje, está na agenda do brasileiro, das famílias de todas as classes. Antes, isso se restringia a poucos. Observamos que as pessoas desejam e sabem que o ensino superior está ao seu alcance por diversos mecanismos", disse o secretário. Os números da OCDE mostram que, na maioria dos países, é entre os jovens de 25 a 34 anos que se verifica os maiores percentuais de pessoas com formação superior. Na Coreia do Sul, por exemplo, 58% da população nessa faixa etária concluiu pelo menos um curso universitário, enquanto entre os mais velhos, de 55 a 64 anos, esse patamar cai para 12%. No Brasil, quase não há variação entre as diferentes faixas etárias.
O diagnóstico da pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e especialista no tema Elizabeth Balbachevsky é que essa situação é reflexo dos resultados ruins do ensino médio. Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio. A maioria ou ainda não saiu do ensino fundamental ou abandonou os estudos. “Ao contrário desses países emergentes, a população jovem que consegue terminar o ensino médio no Brasil [e que teria condições de avançar para o ensino superior] é muito pequena”.
Como 75% das vagas em cursos superiores estão nas instituições privadas, Elizabeth defende que a questão financeira ainda influencia o acesso. “Na China, as vagas do ensino superior são todas particulares. Na Rússia, uma parte importante das matrículas é paga, mas esses países desenvolveram um esquema sofisticado de financiamento e apoio ao estudante. O modelo de ensinos superior público e gratuito para todos, independentemente das condições da família, é um modelo que tem se mostrado inviável em muitos países”, comparou ela.
A defasagem em relação outros países é um indicador de que os programas de inclusão terão que ser ampliados. Segundo Costa, ainda há espaço – e demanda – para esse crescimento. Na última edição do ProUni, por exemplo, 1 milhão de candidatos se inscreveram para disputar as 123 mil bolsas ofertadas. Elizabeth sugere que os critérios de renda para participação no programa sejam menos limitadores, para incluir outros segmentos da sociedade.
“Os dados mostram que vamos ter que ser muito mais ágeis, como estamos sendo, fazer esse movimento com muita rapidez porque, infelizmente, nós perdemos quase um século de investimento em educação. A história nos mostra que a Europa e outras nações como os Estados Unidos e, mais recentemente, os países asiáticos avançaram porque apostaram decididamente na educação. O Brasil decidiu isso nos últimos anos e agora trabalha para saldar essa dívida”, disse a pesquisadora.

Fonte: Agencia Brasil

21 de abr. de 2011

Origem da Semana Santa

A Semana Santa é a ocasião em que é celebrada a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição.

 

Jesus Cristo não aceitava o tipo de vida que seu povo levava, o governo cobrando altos impostos, riquezas extremas para uns e miséria para outros.
Ao chegar a Jerusalém, foi aclamado pela população como sendo o Messias, o Rei, mas os romanos não acreditavam que ele era filho de Deus, duvidavam dos seus sábios ensinamentos, de sua missão para salvar a humanidade, então passaram a persegui-lo.
Jesus tinha conhecimento de tudo que iria passar, da peregrinação que o levaria à morte. Convidou, então, doze homens a quem chamou de discípulos, para levar seus ensinamentos às pessoas.
Porém, Judas Escariotes, um desses apóstolos, também duvidou que Ele era um enviado de Deus, entregando-lhe para os romanos, que o capturaram.
Em seguida, fizeram Jesus passar pela via sacra, amarrado à sua cruz, carregando-a por um longo trecho, sendo torturado, levando chibatadas dos soldados, sendo caçoado covardemente até sofrer a crucificação e a morte.
Em 325 d.C, o Concílio de Niceia, presidido pelo Imperador Constantino e organizado pelo Papa Silvestre I, fabricou e consolidou a doutrina da Igreja Católica, como a escolha dos livros sagrados e as datas religiosas. Ficou decidido também que a Semana Santa seria comemorada por uma semana (do domingo de ramos ao domingo de Páscoa). Há relatos de festas em homenagem aos últimos dias de Cristo, pouco tempo depois de sua morte. Porém comemoravam dois dias apenas (sábado de aleluia e domingo da ressureição). Nesse Concílio também foi adotado o Catolicismo como religião oficial do Império Romano.
Cada dia da comemoração faz referência a um aontecimento: o domingo de ramos refere-se à entrada do Rei, o Messias, na cidade de Jerusalém, para comemorar a páscoa judaica. Na segunda-feira seguinte foi o dia em que Maria ungiu Cristo; na terça-feira foi o dia em que a figueira foi amaldiçoada; a quarta-feira é conhecida como o dia das trevas; a quinta-feira foi a última ceia com seus apóstolos, mais conhecida como Sêder de Pessach. A sexta-feira foi o dia do seu sofrimento, sua crucificação. Sábado é conhecido como o dia da oração e do jejum, onde os cristãos choram pela morte de Jesus. E, finalmente, o domingo de páscoa, o dia em que ressuscitou e encheu a humanidade de esperança de vida eterna.

Fonte: Brasilescola.com


18 de abr. de 2011

A importância da parceria família e escola

A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.
Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes. Como sugestões seguem abaixo alguns deles:

Família


• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes;
• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;
• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea;
• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;
• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.

Escola


• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia;
• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;
• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;
• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;
 • É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.
A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.

Fonte: educador.brasilescola.com