26 de fev. de 2011

Não passei no Vestibular. E agora?

Reprovados nos exames precisam superar frustração e se preparar para o novo desafio: voltar a estudar para as próximas provas

Lucas Venturelli, de 18 anos, experimenta pela segunda vez a frustração de não entrar na universidade, apesar de um ano de dedicação aos estudos: outra vez, seu nome não apareceu na lista dos aprovados no vestibular. Sem a vaga sonhada, o candidato ao curso de engenharia de produção se prepara para mais um ano diante de livros e exercícios. "Alguma coisa deu errado. Mas ainda estou tentando enteder o quê", diz o estudante, que mora na cidade de Lorena, no interior de São Paulo. Avaliar acertos e erros rumo ao vestibular é, neste momento, o processo mais importante na vida estudantil de jovens que, como Lucas, vão encarar outra rodada de provas. Identificar falhas é fundamental para não repeti-las.

Confira as orientações dos especialistas para quem vai tentar o vestibular de novo

O primeiro passo é empreender uma análise profunda dos boletins de desempenho do vestibular. Com as notas em mãos, é possível mapear pontos fortes e fracos. A tática ajuda não só a determinar quais disciplinas merecem mais atenção, mas ajuda a combater o sentimento de que as matérias se repetirão em mais um ano de cursinho. "Se o desempenho foi fraco, é porque o conteúdo não foi devidamente aprendido e precisa ser revisto com atenção redobrada", diz Célio Tasinafo, coordenador do curso Oficina do Estudante.
Fazer uma análise crítica do método de ensino adotado até então é outra medida recomendada. Mudar de estratégias pode ser positivo. Sem conseguir a aprovação em medicina pelo segundo ano consecutivo, Raquel Caetano, de 18 anos, decidiu procurar um novo curso preparatório. "Mudar de ambiente me dá a sensação de que não estou parada no mesmo ponto. Assim, me sinto mais motivada", diz.

A estratégia deu certo com Poliana Oliveira, de 21 anos. Reprovada no primeiro vestibular e desanimada com a concorrência, ela deu uma pausa nos estudos e só voltou um ano depois. "Eu tinha um objetivo: ser aprovada em uma universidade pública. Sabia da dificuldade e me concentrei nisso", diz. Ao fim do ano de cursinho, foi aprovada em primeiro lugar em química na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Aprender com experiências de sucesso também ajuda. Na prática, isso significa questionar os amigos aprovados no vestibular em busca de métodos de estudo comprovadamente bem-sucedidos. "Em educação, os bons exemplos devem ser imitados", diz Tasinafo. "Isso não significa comparar-se a outras pessoas, o que causa sofrimento, mas, sim, repetir processos satisfatórios sempre que possível."
Aos estudantes que voltam agora à escrivaninha ou ao computador para estudar, vale ainda outra orientação. Apesar da resposta negativa do vestibular, é preciso manter a auto-estima elevada. "O aluno deve afastar de sua mente a ideia de que não passou por incapacidade", diz Alberto Nascimento, coordenador do curso Anglo. "A concorrência é grande e não há vagas para todos. Se a aprovação não veio desta vez, virá da próxima." Pais e demais familiares podem cooperar nesse processo. Aos 17 anos, a reprovação no vestibular é uma das primeiras decepções que muitos jovens enfrentam. Superar esse episódio exige maturidade e o apoio das pessoas mais próximas.

Fonte: veja.abril.com.br



23 de fev. de 2011

Inaugurado o Centro Arqueológico Palmarino

Solenidade de Inauguração
 Foi inaugurado na manhã desta terça(22/02), o Centro Arqueológico Palmarino no 1º piso da Casa do Poeta Jorge de Lima. O evento contou com a presença de alguns representantes do Governo do Estado, das Universidades UFAL e UNEAL, da administração municipal e pela tarde tambem visitou o CAP os professores Sérgio Rogério e Carlos Senna.
O Centro Arqueológico Palmarino vem preencher uma lacuna na cultura palmarina, visto que todos os artefatos que eram encontrados nos sítios arqueológicos do nosso município eram levados para outros estados, por não se ter um lugar adequado para a exposição dessas peças.
A exposição será permanente e conta com achados no Parque Histórico Nacional (na Serra da Barriga) e de outros sítios próximos. Ao entrar no Museu, o visitante receberá um panfleto explicando o que é cada objeto em exposição. O visitante contará com a orientação de alunos da UNEAL.
Com essa inauguração, a Casa do Poeta Jorge de Lima se tornará um centro de visitação não só para a comunidade local, como também para os turistas em visita à União dos Palmares.

João Paulo,Sérgio Rogério e Prof. Carlos Senna

Público em visita ao Centro Arqueológico
Centro Arqueológico Palmarino

Fonte: JMarcelo Fotos


Desigualdade Social: De quem é a culpa?

É notória a disparidade social entre diferentes continentes, países, regiões, estados e, até mesmo, cidades. Essa desigualdade é um dos maiores problemas da sociedade e é uma das causas de boa parte dos conflitos entre povos. A intensificação desse processo tende a agravar ainda mais os problemas socioeconômicos das pessoas menos favorecidas.
A desigualdade social é consequência da má distribuição da riqueza, fato constatado na maioria dos países. Isso gera um contraste econômico e social entre a população, pois apenas uma pequena parcela da sociedade detém a maioria dos recursos econômicos, enquanto que a maioria se “contenta” com a menor parcela dos bens.
Segundo dados atribuídos pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os rendimentos de 1% das pessoas mais ricas do mundo são compatíveis àqueles de 57% da população mais pobre do planeta. Esses dados confirmam a diferença na concentração de renda entre ricos e pobres, refletindo diretamente na alimentação, bens de consumo e serviços elementares ao ser humano no que se refere às classes em questão.
Com o intuito de estabelecer um critério global para caracterizar a população pobre, o Banco Mundial utilizou a seguinte metodologia: fez a média das dez piores linhas nacionais de pobreza do planeta e estabeleceu o dólar PPC, baseado na paridade do poder de compra. Com base nesse cálculo, estabeleceu dois patamares de renda para caracterizar a pobreza:
- os pobres, que ganham entre 1,25 e 2 dólares PPC ao dia
- os extremamente pobres, que recebem menos de 1,25 dólar PPC ao dia
Conforme dados do Banco Mundial, aproximadamente 22% da população mundial vive com menos de 1,25 dólar PPC por dia e 44% ganham menos de 2 dólares PPC por dia. Portanto, de acordo com a metodologia utilizada pelo Banco Mundial, 66% da população global se inclui na subdivisão anteriormente mencionada. Os países nos quais esses índices se apresentam mais alarmantes são: os da América Latina, sul da Ásia e, principalmente, da África Subsaariana.
Esse quadro de desigualdades sociais gera um processo de exclusão relacionado à moradia, educação, emprego, saúde, entre outros aspectos de direito do cidadão.
Diante de tal ocorrência, faz-se necessário uma distribuição de renda mais justa com vistas a proporcionar melhores condições de vida para a população global.

Fonte: mundoeducação.com.br



21 de fev. de 2011

O que é a Educação Física?

A educação física é uma atividade dinâmica que contribui na formação ampla dos sujeitos, em seu aspecto social, bem como no desenvolvimento de seu lado individual, através de oportunidades lúdicas que proporcionam equilíbrio entre corpo, mente e espaço.Desenvolve as habilidades motoras de qualquer sujeito, além de manter elementos terapêuticos, sejam eles emocionais ou físicos.
O surgimento da educação física se deu desde os tempos primitivos, quando o homem necessitava correr dos animais predadores, pular para pegar alimentos, carregar pesos, arremessar objetos para caçar, etc. Aos poucos, percebeu que seu preparo físico garantiria melhores condições de vida, tanto para trabalhar, interagir e se divertir.Nas práticas esportivas, nos jogos recreativos ou nos jogos com disputas, os participantes aprendem a lidar com sentimentos de perda, frustração, ansiedade, paciência, respeito ao próximo, dentre outros, além de ter que aprender a esperar sua vez.
O trabalho pedagógico desenvolvido na Educação Física deve estar voltado para a construção da cidadania dos sujeitos, formando elementos críticos e participativos no meio social em que estão inseridos. Seu objetivo principal deve ser de que o aluno “adquira a qualificação sócio-histórico-cultural necessária para promover o desenvolvimento de uma racionalidade crítica, autônoma e participativa”.
O caráter competitivo das atividades esportivas nem sempre está presente. Para crianças de até 8 anos de idade as práticas devem estar voltadas para o aspecto lúdico e de recreação, deixando as disputas para crianças maiores, jovens e adultos.
A educação física pode se dividir em várias classes: a escolar, a social, a terapêutica, a esportiva, a recreativa, dentre outras. O profissional também atua orientando sobre cuidados com a saúde, alimentação, problemas do sedentarismo, obesidade, etc.
Sabe-se da importância do profissional de educação física para a manutenção da qualidade de vida do ser humano, da sociedade em que se encontra inserido. Esse profissional exerce suas atividades atuando de forma individual (personal trainner) ou coletiva, em clubes, escolas, hotéis e spas, academias, condomínios, empresas, clínicas de recuperação, prefeituras e escolas, etc.

Fonte: Brasil escola



18 de fev. de 2011

INICIO de ANO LETIVO: Como aproximar os alunos novos com os antigos?


A maior arte do professor está em conseguir entrosar alunos novos com aos antigos.
 
Isso pode acontecer em qualquer época do ano quando chega um ou outro aluno por transferência de outra escola, ou de outro turno, mas é muito mais frequente no começo do ano letivo.
Gostamos de mudanças quando elas partem de dentro de nós, dos sonhos, dos projetos, da simples vontade ou até mesmo por uma necessidade, e é partir para o “melhor”. Em sã consciência ninguém deseja piorar de qualidade de vida, não importam os motivos, de se distanciar do seu “bom” e ir para o “ruim”. Estas mudanças geralmente ocorrem por pressões exteriores, não por vontade própria.
Para os migrantes, além dos problemas ou facilidades materiais e psicológicos que têm de enfrentar, há um posicionamento afetivo que pode melhorar ou piorar qualquer mudança: é onde se coloca o conceito: melhor ou pior do que...
Se eu mudo para o melhor que estou, então está tudo bem, o novo fica endeusado. Mas se eu mudo para pior, então está tudo mal, o novo fica demonizado. Repare que este conceito está relacionado com o mundo interior de cada um. Portanto, uma mudança familiar pode agradar uns e desagradar outros. Este conceito leva a uma avaliação do como estava, bem ou mal, antes da mudança.
Quando um aluno vai para uma escola sabidamente pior do que aquela em que estava, é fraco o desejo de se entrosar com o pessoal que já está lá. O professor tem imensa importância neste caso, pois ele lhe é a única referência inicial, mesmo que o transferente não demonstre interesse em se enturmar. Ainda que não se interesse pelos colegas, ele precisará se entrosar. O aluno migrante que sabe que está no novo somente para ser aprovado, e em seguida ir para outra “escola boa”, ele pode considerar-se em trânsito nesta escola “ruim”. Para ele, o “bom” ficou onde estava e estará para onde irá depois de aprovado. Então esta escola é “boa” somente para passar de ano.
Mas há os que deixaram o “bom” porque de fato lá não renderam, de lá foram expulsos ou mais amenamente convidados a se retirarem. Isto significa que esta escola “ruim” tem que ser “boa” para ele poder aproveitar esta chance e aprumar-se nos estudos. Merece um bom trabalho do professor, pois este aluno veio para ficar e não para piorar.
Geralmente quem tem que se adaptar é o aluno novo e não os velhos que lá já estavam, mas o professor tem que ser a sensibilidade para perceber e explorar as trocas viáveis entre eles. E Geralmente os aspectos positivos devem ser ressaltados, pois estes favorecem as aproximações. Se houver uma apresentação formal, com adolescentes maiores, seria uma quebra de gelo muito grande investir um tempo para apresentações mútuas das qualidades. Eu sou Paulo, bom em ... ; Meu nome é José, mais conhecido como Zelão e gosto de música etc.
Se em um grupo de alunos cada um deles recebe uma atenção equânime todos terão seu momento de celebridade. O clima desta apresentação pode parecer um velório ou uma festa. Isto depende do professor, que exige maior rigor e seriedade ou que estimule a criatividade mas que não vire a maior bagunça...
Quanto à matéria vale a pena pesquisar com uma pergunta da matéria do dia: Quem sabe o que é ... Quem não souber, aluno novo ou velho, pergunte a quem sabe, novo ou velho. A explicação do aluno pode ser base para a aula do dia para o professor. Isso nivela os conhecimentos.

Fonte: educação.uol.com.br



15 de fev. de 2011

PROFESSOR: Como surgiu essa profissão?

A educação oficial no Brasil começa em 15 de outubro de 1827, com um decreto imperial de D. Pedro I, que determinava que "todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras". É por causa desse decreto, inclusive, que o Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. A data, contudo, só foi oficializada em 1963.
O acesso à educação, porém, ainda era muito restrito na época do Império. Apenas famílias ricas tinham condições de contratar professores para educar seus filhos. Esses profissionais ou atuavam em escolas privadas ou vendiam conhecimento de forma independente.
Apenas a partir dos anos 30, com o surgimento dos grupos escolares, foi que o ensino público gratuito passou a se organizar e atender mais alunos. Nessa época, o poder público passou a se responsabilizar efetivamente pela educação das crianças. Assim, houve a expansão e interiorização dos grupos escolares e as primeiras escolas de formação superior de professores em licenciaturas surgiram.

                                            GRANDES EDUCADORES

Paulo Freire - Paulo Reglus Neves Freire, educador pernambucano, viveu entre 1921 e 1997. Ficou conhecido pelo empenho em ensinar os mais pobres; por isso, tornou-se uma inspiração para gerações de professores. Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, a partir de suas primeiras experiências em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias. Suas principais obras foram a Pedagogia do Oprimido (1968), Pedagogia da Esperança (1992) e À Sombra desta Mangueira (1995).

Anísio Teixeira - O educador Anísio Espínola Teixeira introduziu no país o conceito de escola gratuita e para todos. O educador baiano, que viveu de 1900 a 1971, entendia a escola como uma instituição democrática, que oferecesse as mesmas oportunidades a filhos da classe alta e do proletariado. Defendia os princípios de um sistema educacional público, gratuito e obrigatório - que, mais tarde, fariam parte da Constituição. Fundou a Universidade de Brasília (UnB) e a Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (antigo nome da Capes). A participação de Anísio foi também fundamental na elaboração e aprovação da Lei de Diretrizes e Bases de 1961, que definiu os rumos da educação no Brasil.

Darcy Ribeiro - Darcy Ribeiro era professor, etnólogo, antropólogo, ensaísta e romancista, nascido em Montes Claros (MG), em 1922. Formou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1946), com especialização em Antropologia. Ribeiro foi Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC (1957-61) e participou, com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública e da criação da Universidade de Brasília, da qual foi o primeiro reitor. Foi Ministro da Educação e Secretário de Educação do Rio de Janeiro, quando ficou encarregado de implementar os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), escolas de tempo integral com projeto político-pedagógico inovador. Faleceu em Brasília, em 1997.
       
Fonte: sejaumprofessor.mec.gov.br

12 de fev. de 2011

Programa Mesa "Z" recebe Abdízia Barros

O programa desde sábado foi na minha opinião(Marcelo) um dos melhores neste periodo de mais um ano e dois meses de Mesa Z. A nossa convidada, a educadora Abdízia Barros, deu um show nas respostas às perguntas de nossos membros.
A educadora falou sobre sua trajetória no mundo da educação, sua infância com sua família (emocionou-se algumas vezes), sobre sua saída da Sec. de Educação na época do prefeito  José Praxedes, festa de Santa Maria Madalena, sua passagem pelos movimentos sociais e Zumbi dos Palmares.
No decorrer do programa passamos um aúdio onde nossa convidada ligou para homenagear o pai, seu Antônio Matias, onde nos dizia o quanto ele acompanhou o tempo, sem ter preconceitos com músicas, amigos mais novos, a garra que esse homem com 84 anos tem ao passar horas na Praça Basiliano Sarmento nas festas da nossa sociedade.
O programa contou ainda com a participação da ex - vereadora Genisete Sarmento (por telefone) e  nos estúdios a presença do Professor Carlos Senna.(Blog Democratizando o Saber)
O programa foi mais um presente, não só para mim, mas para muitos que estavam nos estúdios da Rádio Zumbi. Como muitos disseram nas suas considerações finais.

                                                E APÓS O PROGRAMA...

Algumas horinhas regadas a muitas resenhas e fofocas além daquela maravilhosa cerveja acompanhada de otimas delicias da gastronomia local, num ambiente pra lá de aconchegante( Globo Center).

 
Fonte: JMarcelofotos.blogspot.com